Distracções conjugais…
Vejo aqui a notícia e não posso deixar de me questionar se não viveremos cada vez mais num mundo de solidão, mesmo que muitas vezes nos sintamos rodeados de gente.
Quinze dias sem dar pela falta de alguém que connosco partilha a casa… é obra!
Há muitas formas de solidão.
Eu vivo apenas uma delas…
Cada vez me convenço mais que nem é a pior forma possível.


