Papo-de vento – Tu sonhas, não sonhas?
Rabo-de-leque – Sonho, a dormir.
Papo-de vento – Com vales e montanhas?
Rabo-de-leque – Não, com forças estranhas.
Papo-de vento – Não me queres contar?
Rabo-de-leque – Não te quero alarmar.
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Rabo-de-leque – Tu sonhas, não sonhas?
Papo-de vento – Sonho, acordado.
Rabo-de-leque – Com vales e montanhas??
Papo-de vento – Não, com o inesperado.
Rabo-de-leque – Que queres dizer?
Papo-de vento – Não te quero comprometer, mas dou azo à ilusão, alforrio a imaginação, alimento rebeldias, ando em más companhias. Deve ter sido mau-olhado.
Obrigado Graça B. por esta conversa de pombos e sonhos. Não sei se concorde que isso dos sonhos que dão azo à ilusão e à imaginação sejam sempre fruto de más companhias… Até porque nem sempre é fácil distinguir as boas das más! Espero que esteja bom tempo a Oeste de Greenwich.
Abraço
JvT
-Olha quem vem lá!
Diz o pombo escuro.
-Quem? Pessoa?
Pergunta Clarinho.
-Aquele de chapéu! É JVT!
Fala o escuro.
-E o que há de especial?
-Vamos fazer pose que de repente tira-nos foto para seu blog!
Conversa enviada pela Patrícia Anzanello do blogue Piratas do Protásio.
Obrigado Patrícia.
pombo branco - vou abalar daqui.
pombo preto - ainda não!
pombo branco - espera um bocadinho!
pombo preto - achas que vão soltar alguns dos nossos!
pombo branco - achas?
Pombo preto - eles soltam , mas é alguns dos deles!
Conversa enviada pelo José Marto, do blogue Vá andando… Penso que é para lá que os pombos vão!
Obrigado Zé… Um abraço!
Ps. Vem aí o tempo da sardinha boa não tarda!
Aqui fica a (Des)conversa que a 3za publicou no Tempo de teia.
Obrigado 3za 
Olha lá…
Para onde?
Para lado nenhum, era só uma maneira de dizer…
Dizer o quê?
Que queria o teu olhar
Não dou o meu olhar a ninguém, faz-me falta.
Não era isso, era escutares…
Mas eu escuto! Não sou surdo!
Tu és um pombo chato…
Desculpa? Com estas curvas tão giras?
Desisto…
De fazer o quê? Estás aí parado!
(Se não estivesse preso aqui, voava para outro lado…)
Claro – Já é dia de eleições?
Escuro – Parece-me que ainda não. Porquê?
Claro – Esta gente toda cá na vila… O melhor é bater a asa que com a crise ainda lhe dá na ideia fazer arroz de pombo
José Salvador Soares.
ps. Obrigado José Soares pela participação!
E você… O que pensa que dizem os pombos?

Pois é, voltam os desafios que ninguém lê!
Quem se atreve a escrever um diálogo para estes dois pombos?
Enviem para jvt@ninguemle.org e eu publicarei aqui um por dia…
caso chegue algum, claro!