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Parabéns!

Não é qualquer um que tem fôlego para apagar 100 velas!

P A R A B É N S

Ps. Imagem “roubada” aqui

Publicado em: 11 de December de 2008

Mulheres fortes…

Ontem voltei a arrastá-lo(*) até ao cinema para vermos um filme de um dos meus realizadores de eleição. Há dias tínhamos também ido ver Austrália (O filme, não o continente).

No decorrer de ambos os filmes, não pude deixar de pensar que, sendo de estilos completamente diferentes, o tema era o mesmo: Mulheres fortes.

Em ambos, uma  mulher – bonita ou não estivéssemos nós no cinema – mostra exemplos de coragem e determinação.

Gostei de ver a Angelina Jolie neste papel. Vestida à época, e com uns lábios pintados de um vermelho que nem sei descrever, interpreta uma mãe solteira que luta, contra tudo e todos, para encontrar o filho desaparecido.

Baseado em factos verídicos, a história do filme começa em 1928,  ano em que, aqui deste lado do Atlântico, numa pequena aldeia de Trás-os-Montes, nascia o meu pai.

Também gostei de ver a interpretação de Nicole Kidman, em Austrália. Gosto de ver mulheres fortes, mesmo que seja no grande ecrã. Felizmente também conheço, e admiro, algumas que enfrentam tudo e todos, lutam e dão invariavelmente a volta por cima, nos nossos dias!

Em ambos os filmes, havia também homens fracos. Homens que, para esquecer que o eram, tentavam iludir-se e fingir que tinham poder, ou que eram mais fortes que alguém, mesmo que esse alguém fosse apenas uma criança. Havia também, nos dois, crianças fortes. Crianças que se viam obrigadas a crescer depressa demais e que, por isso, eram fortes bem antes do que seria de esperar.

No entanto, hoje não quero falar dos homens fracos! Nem de crianças e homens fortes, porque também havia alguns nos dois filmes.

É às mulheres fortes que quero dedicar estas linhas!

A todas as mulheres que passam neste momento, ou já passaram nas suas vidas, por situações complicadas e que, como no filme, nunca baixaram as armas, nem os olhos, e, com sorrisos nos lábios, mais ou menos carnudos e mais ou menos encarnados que os da Angelina, enfrentaram tudo e todos!

(*) Refiro-me ao A., o meu filho de 14 anos, que nem sempre faria as mesmas escolhas que eu, no que a cinema diz respeito, mas se deixa corromper por um balde de pipocas e um litro de coca-cola! Normalmente, e penso que ontem não foi excepção, não se arrepende e acaba por gostar do filme!

Publicado em: 18 de January de 2009

As pontes de Madison

Passou ontem outra vez na RTP1…
Por mero acaso estava ainda  acordado, comecei a (re)ver e fiquei até ao fim, já muito perto das 3 da manhã.
A interpretação da Meryl Streep é fabulosa, mas admiro mais ainda o percurso de vida do Clint Eastwood que além de interpretar um dos papeis principais realizou o filme.
Quando vejo este filme ou Million dollar baby custa-me a reconhecer nele o cowboy  dos filmes da década de 1960 ou o polícia de rua  dos filmes das décadas de 1970/80…
Penso que como realizador se tem mostrado ainda melhor que como cowboy  ou policia e, se viram os filmes, concordarão que já não era mau nesses papeis!

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