“Esta coisa de gostar de alguém”

“Quando se gosta de alguém – mas a sério, que é disto que falamos – não há nada mais importante do que essa outra pessoa. E sendo assim, não há sms que não se receba porque possivelmente não vimos, porque se calhar estava a passar num sítio sem rede, porque a minha amiga não me deu o recado, porque não percebi que querias estar comigo, porque recebi as flores mas pensava não serem para mim, porque não estava em casa quando tocaste.”

As palavras são do Fernando Alvim, e vale a pena ler o resto aqui… porque, afinal, é tão fácil saber se alguém gosta de nós!

O google hoje está assim

Quase 500 fizeram mais que um aborto em 2011

Acabo de ler uma notícia no correio da manhã com o  título deste post. Não vou tecer comentários a esse respeito. A ligação encontrei-a na página do facebook do próprio jornal. Comecei a ler os comentários e a grande maioria insurge-se contra estas mulheres como se coubesse na cabeça de alguém que abortem por prazer ou que, simplesmente, não saibam o que é a pílula ou o preservativo!

Confesso que os comentários conseguiram chocar-me mais que a própria notícia! Acredito que as mulheres que abortaram  10 vezes na vida, referidas na notícia, ou aquelas que abortaram mais que uma vez em 2011, serão algumas daquelas a que por vezes oiço chamar de mulheres de vida fácil!

Embora sejam de vida fácil, vejo-as à beira de estradas, por vezes à chuva, sem saber quem parará o carro ou o camião para ser o próximo parceiro da tarde. Algumas terão numa tarde mais relações sexuais que as senhoras (e senhores) que se insurgiram nos comentários terão numa semana, num mês ou… em toda a vida!

Acredito que em muitos casos, embora só de mulheres se falasse nos comentários, não dependa só delas engravidar!

Infelizmente é degradante que uma mulher tenha que interromper a gravidez tanta vez… No entanto, duvido que, como apontam a maioria dos comentários, seja sempre, ou a maior parte das vezes, uma opção leviana apenas da mulher!

Será que os comentadores de serviço fazem ideia das condições de vida de algumas dessas mulheres? Penso que não… e ainda bem!

Curtas… Mas boas (59)

Os Imigrantes Digitais acham que aprender não pode (ou não deve) ser divertido. Por que é que deveriam pensar o contrário? Eles não passaram os últimos anos a aprender com a Rua Sésamo.
Marc Prensky

Publicado em: 23 de August de 2010

Tudo tem um preço, até um primeiro de maio!

Toda a gente fala hoje, dia dois de maio, do Pingo Doce. Se analisarmos o fenómeno pelo lado do marketing temos que admitir que a campanha foi um sucesso. Não há má publicidade, apenas publicidade. Os telejornais do dia 1 de maio abriram com imagens do Pingo Doce e não da avenida da liberdade, como de costume.

Não foi uma medida barata, acredito, mas abrir telejornais tem sempre o seu preço!

Podemos  questionar se foi ético, principalmente neste dia. Já vi outras filas na TV, já vi pessoas que esperavam para comprar o último brinquedo da Apple, já vi pessoas que queriam ver a sua banda favorita de perto e que por isso dormiram à frente da bilheteira!

Quando transpomos isto para a mercearia há, no entanto, algo de muito diferente! As pessoas não querem mais um brinquedo, nem querem ouvir música espreitando de perto as pernas ou banda favoritas. Quando se trata de mercearia as pessoas querem apenas fazer esticar o pouco que trazem para casa ao fim do mês. Quando se trata de mercearia, ou da possibilidade de, por um dia, comprar um bacalhau dos grandes ou um bife mais tenro para dar aos filhos, é também de dignidade humana que falamos!

Com algum dinheiro o grupo conseguiu marcar a agenda, conseguiu a atenção de muito… Mas, na  minha opinião, mais do que uma campanha publicitária a operação de ontem foi um teste à população, um alerta!

Não fica na fila para comprar mercearia quem quer, não faz aquelas figuras quem quer, apenas quem precisa…

Pensemos nisto e esperemos que os políticos pensem também um pouco!

Uma foto e algumas palavras (5)


O CÉREBRO é o órgão mais absoluto!

Funciona 24 horas por dia, 365 dias por ano,
desde o dia do nosso nascimento
até ao dia em que… nos apaixonamos!

Lido no FB

Publicado em: 6 de October de 2011

Titanic

Vi o filme em 1997, quando esteve nos cinemas pela primeira vez,  e sempre achei que a reposição  em versão 3D seria apenas uma grande golpada para, aproveitando o centenário do naufrágio, fazer dinheiro fácil.

Contudo, em 1997 a Inês não era ainda nascida.  O André, esse, disse durante alguns anos ser o Titanic o seu filme favorito. Quando há pouco tempo falamos disso, não negou, mas disse, com um sorriso envergonhado, que esse tinha sido o filme favorito de todos os miúdos da sua idade… Talvez tenha razão, e isso só aumentava a pertinência de o revermos os três!

Aconteceu hoje, esta tarde, embora não na sua versão 3D. Optamos pela versão de 97, em DVD, porque a crise não está para tantas dimensões!

Julgo que já toda a gente tenha visto o filme, pelo menos uma vez, em duas ou em três dimensões. Pelo que me toca, voltei a gostar. Não é só a história de um barco. Cameron soube juntar na sua  história a história de  pessoas e ainda a história de um amor. Um amor  daqueles com que todos sonhamos e que, por vezes, pensamos só existirem no cinema!

Quando gelavam na água, e a morte estava certa, o rapaz diz para a rapariga que foi uma sorte ter ganho aquela viagem num jogo de poker! Pouco antes dessa cena, eu pensava para comigo exactamente o contrário. Morria por ter ganho um jogo de poker.

No entanto, penso que ele tinha razão. Cameron conseguiu filmar, além da história de um barco, a história de um amor e todos os românticos compreenderão que passar pela vida sem viver, pelo menos, uma vez um amor desses é muito pior que a morte. É quase o como se nunca tivéssemos  nascido!

Vejam ou revejam… em duas ou em três dimensões!

O Google hoje está assim

Fotos que gostava de ter tirado (110)

Porque gosto de risos genuínos.

Créditos:  REUTERS/Adrees Latif

Publicado em: 28 de September de 2010

Porque há tecnologias que nunca falham!

Publicado em: 23 de August de 2010

Tema alterado a partir de uma proposta de WordPress Themes

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