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Redes sociais ou… quase nada!

Cada um de nós está, os que estão, nas redes sociais por algum motivo e de alguma forma. Alguns poderemos nem saber bem qual é, mas saber o que queremos, das redes ou de qualquer outra coisa, é fundamental, essencial mesmo! Elas permitem uma infinidade de abordagem, temos que definir a nossa e evitar as misturas!

Tenho uma sobrinha que está presente. Tem 38 amigos e duvido que não os conheça a todos pessoalmente. Antes disso tinha um blogue onde partilhava fotografias de família para todo o mundo. Agora partilha-as apenas com a família! Alguns saberão o que tecnicamente implicava criar uma página protegida por palavra-passe para apenas alguns amigos ou familiares poderem consultar fotografias…

Entre os meus “amigos” tenho colegas de profissão que partilham coisas muito interessantes sobre Matemática, sobre o seu ensino… Tenho colegas que, como eu,  se interessam pelo uso educativo das tecnologias, das redes, pelo ensino a distância… Tenho colegas que estudaram comigo, que trabalharam comigo, que me deram aulas ou que foram meus alunos…. Tenho “amigos” que nasceram perto de onde eu também nasci, e que me trazem notícias frescas da minha serra! Tenho os que gostam da cultura francesa e sobretudo da música cantada nessa língua.

Tenho ainda os que gostam de fotografia e é desses que quero falar!

Há pouco tempo descobri um grupo com mais de 5000 membros de todo o mundo que gosta de fotografar e de fotografias de quase nada (MINIMAL PHOTOGRAPHY)! Já imaginaram? Não sou só eu que tiro fotos a quase nada, as passo para o computador e as partilho! Isso é fantástico! Fez-me lembrar a resposta que dei a um colega quando me dizia ser estranho só eu escrever em LaTex: “Acho que algures, deve haver mais alguém a fazer o mesmo”…  As redes são fantásticas nisso. Permitem descobrir que não estamos sós, que mais gente, como nós, faz coisas parecidas e que podem parecer estranhas aos nossos e aos seus vizinhos…

Nestas 5000 pessoas há muitas que só compreendo pela linguagem da fotografia, não compreendo nenhuma outra língua que falem ou escrevam… Mesmo assim, por vezes, gosto tanto das fotografias que partilham que não resisto a chamá-los para a minha “rede” de “amigos”… Depois descubro que, mesmo não percebendo o que dizem, compreendo o que ouvem, gosto do que partilham e alguns gostam do que eu partilho também….

No entanto, não podemos esquecer nunca que não sabemos nada uns dos outros… Sabemos apenas que gostamos de fotografar “quase nadas”!

Um desses “amigos” publicou, em castelhano,  uma frase brincando com o facto de  ”ter cabelo ser uma seca, porque pica, e nem sabe como as pessoas normais conseguem viver com esta moléstia”. Aparece nas fotos de perfil sempre sem cabelo, normalmente a fotografar… Não resisti ao impulso e disse-lhe que nos protege do sol, por exemplo! Respondeu que sim, mas que para isso também existem chapéus… Aí o bom senso advertiu-me para não responder, coisa que nem sempre acontece… Algumas horas depois um amigo comenta a mesma frase, desejando-lhe sorte para enfrentar o cancro de pele que combate…

Nessa altura percebi a minha precipitação. Percebi que tinha mandado palpites cedo demais, que não sabia nada desse rapaz a não ser que gostava de fotografia… Sabia que era careca, mas não sabia porquê, nem se realmente gostava de o ser…

As redes têm também destas coisas, no emaranhado dos meus  ”amigos” apenas conheço alguns e apenas alguns me conhecem pessoalmente… Já troquei umas palavras por chat a pedir desculpas a esse jovem fotografo, que vive a milhares de quilómetros,  mas penso que tenho que repensar melhor  a minha presença nas redes porque, mais uma vez, fiquei com a certeza que nem sempre sei interpretar o que escrevem no mural e nem sempre o que eu escrevo ou partilho será interpretado da mesma forma por todos…

Se chegou até aqui… Passe um bom fim-de-semana e, se possível, passe alguns bons momentos na rede!

Verificação de segurança

Por vezes chego a pensar que quem gera os  códigos de segurança está simplesmente a gozar comigo…

Alguns nem consigo ler e este  aparece de pernas para o ar.

Santa paciência!

 

A história do dia… de ontem!

Ainda o Facebook

Mais um caso sobre as redes sociais…

Oiço normalmente a Antena 1,  excepto nos dias de futebol. Nesses dias procuro outra estação e – como a TSF e a RR insistem em passar  relatos à mesma hora – a escolha recai na Rádio Comercial. Por mais que uma vez reparei que uma das locutoras tinha o mesmo nome que uma ex-aluna a quem dei aulas em meados dos anos 90, no seu 10º  ano. Cada vez que a ouvia pensava que, não sendo um nome muito comum e recordando-a como uma aluna muito participativa e extrovertida, seria muito provável ser mesmo ela.

Ontem, por mero acaso, reparei que era amiga comum a um dos meus contactos no FB e que, no seu perfil, além de dizer que trabalhava na Rádio Comercial dizia ter estudado na escola onde eu dei aulas nessa altura… Fiz o pedido de amizade e enviei uma mensagem explicando que talvez tivesse sido seu professor. É realmente a minha ex-aluna a quem tentei ensinar alguma coisa sobre computadores numa disciplina chamada (ITI) e, imaginem, que nem se lembrava de mim nem da disciplina que eu leccionei!

Bom, isso poderia desmoralizar qualquer professor, mas… todos sabemos que, 15 anos depois, recordamos apenas os muito bons ou dos muito ruins…

Afinal, ser esquecido…. pode não ser assim tão mau :-) !

Ps. Depois de perguntar se podia revelar o conteúdo deste post, a Ana Isabel Arroja disse-me que não só o poderia fazer como até a poderia  identificar. Também me disse que se lembrava de ter tido Introdução às Tecnologias de Informação (ITI) mas não Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) como eu referi na minha primeira mensagem… Agora aqui estou eu, tentando justificar como,  ao fim de 15 anos, me lembro do nome da aluna e não do da disciplina! Só me ocorre que devo te uma memória muito selectiva lol

Bom, Ana, continuas inteligente como sempre, desejo-te muito sucesso na tua carreira radiofónica… Eu, vou ouvir mais a Comercial!

Obrigado facebook

Já por aqui falei, mais que uma vez, das vantagens e também dos riscos associados às redes sociais. Confesso que, em teoria, prefiro o Twitter ao Facebook. Gosto de pensar que alguém pode seguir o pouco que tenho para dizer sem obrigatoriamente ser meu amigo e gosto de seguir pessoas que nunca serão minhas amigas e nunca terão o mínimo interesse no que escrevo.

No entanto, não posso, hoje, deixar de prestar aqui o meu tributo ao Facebook.

Ontem, poucos minutos depois de me juntar a um grupo que me relacionava com o curso que tirei, há uns de 20 anos, em Évora, recebo um pedido de amizade de alguém que se chama Cristina Pereira. Embora o  nome não me diga nada, depois de um simples clique surge no meu ecrã um sorriso que não mudou em 20 anos e que reconheci imediatamente: o sorriso inconfundível da Cristina, que não era Pereira… na altura!

Confesso que já tinha procurado o seu rasto, sem sucesso, no google. Há pessoas que são importantes para nós e que, sem sabermos porquê um dia desaparecem do nosso caminho… Trocamos de telemóvel, perdemos as agendas e, aos poucos, vamos perdendo contactos de pessoas de quem gostamos genuinamente e que sentimos que, genuinamente, gostaram de nós.

Desenganem-se se pensam neste momento que a Cristina foi uma ex-namorada… Não foi, foi muito mais que isso. Foi, e sempre será, uma grande amiga. Namorou com um  grande amigo que encontrarei um dia também no facebook, no twitter ou algures em terras algarvias.

O mundo é pequeno mas a velocidade a que vivemos afasta-nos, mais vezes do que desejaríamos, do que é verdadeiramente importante.

Dois dedos de conversa no chat e percebi que a Cristina pode ter mudado de nome  mas continua a mesma.

Mas… basta de sentimentalismos, espero não te voltar a perder de vista, até  porque os amigos genuínos, que nasceram nas serras, são demasiado importantes para nos darmos ao luxo de estar tanto tempo sem saber deles!

Obrigado Facebook.

Facebook

fb

Fonte: Encontrado aqui

O Mamamoto….

mamamotoO Mamamoto é já na segunda-feira, dia 26 de Abril…

Protejam-se… ou adiram!

Saibam mais no Bitaites

Facebook na Vida Real

A minha amiga Ana Drago

Enviei ontem um pedido de amizade à Ana Drago via facebook.  Foi com alegria que recebi, poucas horas depois, a confirmação de que era agora um dos seus 4467 amigos e ela mais uma dos meus 155.

Poucas horas depois publicou uma música do Gabriel o Pensador (que ouvi com agrado) e estalou a polémica porque a essa mesma hora estava em directo na RTP1.

Quando alguns pensavam já não se tratar da própria Ana Drago por detrás do perfil eu recusava-me a acreditar nisso e pensava  que, mesmo em directo, tivesse um PC e enviasse a música enquanto discutia pelos Corredores do Poder.

Juro que admirei ainda mais esta mulher multifacetada e multi-tarefa!

Afinal, algumas horas depois veio ela própria esclarecer:

Sim estava em directo no “Corredor do Poder”.Como hoje tive muita dificuldade em linkar do youtube (sabe-se lá porquê), pedi a alguém que o fizesse por mim.
A página é minha, as escolhas são minhas, muitas delas enviadas por “amigos” a quem muito agradeço.”

Este episódio não me choca e é para mim prova da importância que os políticos dão, cada vez mais, às redes sociais… Deve haver alguma razão para Ana Drago fazer questão de enviar uma música de Gabriel o Pensador numa hora em que está a fazer outra coisa qualquer…

Nada disso me choca, gostava apenas de saber se sou amigo dela ou de alguém que, por ela, aceitou o meu pedido de amizade!

A Matemática e a redes sociais…

malvada

Recebi há dias o convite para me tornar amigo, no facebook, da “Malvada Matemática“. Soube imediatamente do que, e de quem se tratava. Conheço a professora que ironiza com isso e que, por vezes,   utiliza este nome para se designar a si própria. Tenho até a sorte de a conhecer pessoalmente há alguns anos e (espero que me perdoe a ousadia) de a considerar mais do que amiga virtual!

Claro que aceitei, sabia que por detrás deste nome estaria uma utilização educativa do facebook.

Os twittinhos, da #sala5, foram o primeiro projecto educativo que conheci que utiliza o twitter, a Malvada Matemática é agora a primeira página facebook que conheço que tem por objectivo utilizar esta ferramenta para ensinar mais e melhor. Tenho quase a certeza que, como aconteceu com os blogues, encontraremos em breve muitos mais exemplos .

Quanto à “Malvada Matemática” não sei ainda  como o fará, mas quero acompanhar e descobrir. Por hoje, sei apenas que  disse através do facebook, no Domingo, aos seus alunos que os exercícios já estão disponíveis e que, pelo menos alguns deles,  já lhe responderam. Vou esperar para ver…

Também não sabia o que faziam os twittinhos com o twitter até que, na sexta, tive o prazer de conhecer pessoalmente  a sua professora e ela me disse:

“O objectivo é que façam frases cada vez melhores.
Já perceberam como funciona e esforçam-se por dizer frases bem construídas e interessantes.
Enquanto escrevo já me dizem, apontando para o ecrã: Ana só já podes escrever mais 6…

Lembremos que se trata de alunos que ainda nem começaram o 1º ciclo, mas que já sabem que 200 mais um são 201, quando escrevem histórias. Como professor de Matemática não pude deixar de sorrir… Os twittinhos não aprendem apenas a fazer frases cada vez melhores… Os twittinhos também aprendem que com 6 caracteres já se escrevem poucas palavras, e, aos poucos, adquirem sentido de número. Afinal, não brincam apenas com as palavras quando escrevem no twitter, brincam também com os números e apreendem Matemática!

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