Category: tecnologias

Lana Del Rey, ou… Como a Internet não prejudica todos os artistas!

Falaram agora no telejornal de uma menina de 25 anos que está a fazer furor no Youtube.

Parece que há um ano nenhuma editora acreditava nela porque  a achavam extravagante…

No entanto, os internautas não acham… Mais de 4 milhões já viram o primeiro vídeo que encontrei dela e que deixo aqui em baixo…

Não vou dizer que adorei, e para ser sincero nem vi… Está simplesmente a tocar noutra aba do browser enquanto escrevo…

Não é por gostar ou deixar de gostar que escrevo, que partilho… É simplesmente porque acredito que a Internet, ao contrário do que muitos querem fazer acreditar, enquanto nos mandam comer a SOPA, como meninos bem comportados, não prejudica os artistas… ou pelo menos não todos! A Lane e o Sr. enfermeiro Kamini  que o digam…

Ninguém acreditou neles até ao dia em que não puderam fazer de outra forma!

 

Um postal de Natal… especial

Já são poucos os amigos que nos mandam um postal que não seja virtual…

Este recebi-o dos amigos da Sala 4, alunos da Ana Dominguez.

Um muito obrigado a estes alunos do séc. XXI que utilizam todos os dias o Twitter mas que se lembram também de outros meios para chegar aos amigos…

Fazem-nos realmente sentir que o importante não é o meio utilizado mas sim a mensagem!

Abraços e beijinhos para todos vocês e para a professora Ana.

Redes sociais ou… quase nada!

Cada um de nós está, os que estão, nas redes sociais por algum motivo e de alguma forma. Alguns poderemos nem saber bem qual é, mas saber o que queremos, das redes ou de qualquer outra coisa, é fundamental, essencial mesmo! Elas permitem uma infinidade de abordagem, temos que definir a nossa e evitar as misturas!

Tenho uma sobrinha que está presente. Tem 38 amigos e duvido que não os conheça a todos pessoalmente. Antes disso tinha um blogue onde partilhava fotografias de família para todo o mundo. Agora partilha-as apenas com a família! Alguns saberão o que tecnicamente implicava criar uma página protegida por palavra-passe para apenas alguns amigos ou familiares poderem consultar fotografias…

Entre os meus “amigos” tenho colegas de profissão que partilham coisas muito interessantes sobre Matemática, sobre o seu ensino… Tenho colegas que, como eu,  se interessam pelo uso educativo das tecnologias, das redes, pelo ensino a distância… Tenho colegas que estudaram comigo, que trabalharam comigo, que me deram aulas ou que foram meus alunos…. Tenho “amigos” que nasceram perto de onde eu também nasci, e que me trazem notícias frescas da minha serra! Tenho os que gostam da cultura francesa e sobretudo da música cantada nessa língua.

Tenho ainda os que gostam de fotografia e é desses que quero falar!

Há pouco tempo descobri um grupo com mais de 5000 membros de todo o mundo que gosta de fotografar e de fotografias de quase nada (MINIMAL PHOTOGRAPHY)! Já imaginaram? Não sou só eu que tiro fotos a quase nada, as passo para o computador e as partilho! Isso é fantástico! Fez-me lembrar a resposta que dei a um colega quando me dizia ser estranho só eu escrever em LaTex: “Acho que algures, deve haver mais alguém a fazer o mesmo”…  As redes são fantásticas nisso. Permitem descobrir que não estamos sós, que mais gente, como nós, faz coisas parecidas e que podem parecer estranhas aos nossos e aos seus vizinhos…

Nestas 5000 pessoas há muitas que só compreendo pela linguagem da fotografia, não compreendo nenhuma outra língua que falem ou escrevam… Mesmo assim, por vezes, gosto tanto das fotografias que partilham que não resisto a chamá-los para a minha “rede” de “amigos”… Depois descubro que, mesmo não percebendo o que dizem, compreendo o que ouvem, gosto do que partilham e alguns gostam do que eu partilho também….

No entanto, não podemos esquecer nunca que não sabemos nada uns dos outros… Sabemos apenas que gostamos de fotografar “quase nadas”!

Um desses “amigos” publicou, em castelhano,  uma frase brincando com o facto de  ”ter cabelo ser uma seca, porque pica, e nem sabe como as pessoas normais conseguem viver com esta moléstia”. Aparece nas fotos de perfil sempre sem cabelo, normalmente a fotografar… Não resisti ao impulso e disse-lhe que nos protege do sol, por exemplo! Respondeu que sim, mas que para isso também existem chapéus… Aí o bom senso advertiu-me para não responder, coisa que nem sempre acontece… Algumas horas depois um amigo comenta a mesma frase, desejando-lhe sorte para enfrentar o cancro de pele que combate…

Nessa altura percebi a minha precipitação. Percebi que tinha mandado palpites cedo demais, que não sabia nada desse rapaz a não ser que gostava de fotografia… Sabia que era careca, mas não sabia porquê, nem se realmente gostava de o ser…

As redes têm também destas coisas, no emaranhado dos meus  ”amigos” apenas conheço alguns e apenas alguns me conhecem pessoalmente… Já troquei umas palavras por chat a pedir desculpas a esse jovem fotografo, que vive a milhares de quilómetros,  mas penso que tenho que repensar melhor  a minha presença nas redes porque, mais uma vez, fiquei com a certeza que nem sempre sei interpretar o que escrevem no mural e nem sempre o que eu escrevo ou partilho será interpretado da mesma forma por todos…

Se chegou até aqui… Passe um bom fim-de-semana e, se possível, passe alguns bons momentos na rede!

Mexa-se!

MOVE from Rick Mereki on Vimeo.

Verificação de segurança

Por vezes chego a pensar que quem gera os  códigos de segurança está simplesmente a gozar comigo…

Alguns nem consigo ler e este  aparece de pernas para o ar.

Santa paciência!

 

O que é bom… Pode ainda ficar melhor!

É já um tema recorrente: Será que uma tecnologia recente substitui uma mais antiga?

Bom, a televisão não conseguiu (ainda) acabar com o cinema, isso é um fa(c)to! Mas, e os tablet vão acabar com os livros? Não sei, mas penso que não… E, se chegarem a acabar, levará muito tempo, certamente!

É fácil encontrar vídeos que comparam o Ipad com os jornais e apontar exemplos do que se pode fazer com estes e não com o Ipad.

Quem tem um Ipad vai descobrindo, no entanto, todos os dias o inverso: O que se pode fazer com o Ipad e não com o jornal.

Confesso que comprei o meu não para acabar com os livros e nuito menos pensando que deixaria de comprar o jornal! A desculpa (oficila) foram as resmas de documentos em PDF que tenho para ler. Alguns têm centenas de páginas e  implicavam custos de impressão que não são desprezíveis, além de se transformarem em volumes de papel que, muitas vezes, acabava por perder e imprimir várias vezes. Além disso eram difíceis de transportar…  Lembro-me de há dias ter que ler uma tese com 700 páginas. Tenho a versão impressa, que me emprestaram, e que é muito semelhante (embora muito mais interessante) a uma lista telefónica. Imaginem-me todos os dias com a tese debaixo do braço, porque nem na mala que uso cabia, para ler no barco durante duas meias horas… Conseguem imaginar? Entao não me conhecem, porque a verdade é que nunca a cheguei a levar! Contactei a autora que me enviou a versão digital. Hoje é um dos muitos documentos que trago todos os dias comigo e que posso ler quando o barco se atrasa uns minuto!

UM  ponto a favor: A quantidade de informação que podemos transportar facilmente (acreditem, nem sempre é uma vantagem!)

Numa discussão de um desses textos, ontem, alguém questionou a autora… “podia dizer onde tem isso escrito, no documento?”. Procurou, procurou… até que alguém que num computador tinha a versão digital informou “Página 54, 60 no PDF!”.

DOIS: Os documentos digitais são facilmente pesquisáveis!

Utilizo para ler os PDF uma aplicação que se chama Goodreader. Desde que a uso sofreu, pelo menos, duas actualizações que fiz sem pagar mais por isso. Gosto da aplicação porque permite de uma forma muito simples e intuitiva realçar partes do texto e colocar notas… Pode ainda sincronizar pastas com o DropBox, colocar marcadores nos documentos, etc… A nova versão permite ainda, com um clique, que tudo o que realcei e as minhas notas sejam enviadas por mail para mim próprio ou para qualquer outra pessoa. Torna-se assim uma ferramenta de leitura poderosa, que mesmo os saudosistas do papel quererão ter um dias se tiverem que ler muito profissionalmente!

TRÊS: Retirar partes do texto com anotações nossas e a a indicação da página de onde o texto foi retirado, para elaborar fichas de leitura, nunca foi tão fácil…

Tenho na certeza que há mais…. eu queria apenas falar da terceira!

Jogar no IPad

Confesso que, antes de decidir que a minha prenda de Natal seria um iPad, tive que arranjar uma série de argumentos para me convencer a mim próprio. Mesmo sendo eu o meu Pai Natal e que me portei bem durante um ano inteiro, o tempo é de crise e, sendo funcionário público, sabia que teria que juntar ao orçamento deste o custo de comprar outros para que os nossos governantes poderem fazer contas à crise…
Entre os os argumentos  estavam: ler PDF durante as minhas travessias do Tejo, tomar notas e apontamentos em qualquer lugar, ter finalmente uma agenda actualizada, ler revistas e jornais, etc…
Os jogos nunca me passaram pela cabeça, até porque nem sou jogador noutros sistemas operativos. No entanto  já instalei uns quantos! Já andei a atirar com pássaros a porcos e, ontem, passei a meia hora da travessia tentando acertar com papéis em cestos de lixo.
Se a início me diverti um pouco, como qualquer miúdo a quem deram um brinquedo novo, passado pouco tempo veio ao de cima o professor de Matemática e dei por mim a reflectir sobre as potencialidades daquele jogo tão simples…
Haverá uma estratégia para acertar muitas vezes?
O jogo consiste em tentar acertar o maior número de vezes seguidas com os papéis no cesto. A cada jogada é dada a velocidade do vento de uma ventoinha que pode estar posicionada do lado esquerdo ou do lado direito. O valor do vento está arredondado às décimas e, por isso, é preciso saber muito bem ordenar estes números e compreender a suas grandezas antes de tentar o lançamento. Lançamos o papel arrastando o dedo e largando a determinada altura. Dependendo do ângulo que o dedo fizer, e do valor do vento, conseguiremos ou não enviar a folha para o cesto…
Gostava de ver uns quantos miúdos do 4º, 5º ou 6 anos jogar… Gostava de ver e de discutir com eles as melhores estratégias para encestar… Tenho a certeza que algum reguila, dos que dizem não gostar de matemática, conseguiria uma boa pontuação. Tenho a certeza que, alguns, perceberiam que um pouco de matemática pode ajudar a jogar melhor… Pelo menos no iPad!

Termino com um conselho: se, como eu, procura argumentos para comprar o seu IPad… Não ponha os jogos de parte!

A história do dia… de ontem!

Para reflectir…

Resumo Wikileaks

Será que depois das infografias estamos a entrar na era do infovídeo?

Tema alterado a partir de uma proposta de WordPress Themes