Category: Sem categoria

A caminho de Lisboa, para uma manhã de trabalho!

Confesso que a ferramenta não me seduziu à primeira! Não vi nela, ao contrário dos blogues, um potencial educativo evidente!

O que se pode dizer em 140 caracteres? A quem pode interessar?

Ontem tive a prova que 140 caracteres chegam para dizer muita coisa!

Talvez comece também a escrever no Twitter tudo o que faço ou que me apetece um hambúrguer, por exemplo!

Por hoje, apenas escrevo que vou para Lisboa…

Se alguém quiser entregar alguma iguaria…. estarei na Faculdade de Ciência até às 13!

Yes, Weekend!

Em T-o-M (ou talvez por todo o país) utilizamos uma pequena anedota, que só funciona na oralidade, para nos referirmos à alegria de ir para uma festa e ao cansaço ou desalento com que muitas vezes saímos de lá!

A anedota, que ouvi vezes sem conta, consiste em imitar o tom de voz com que alguém responde a duas questões:  “Para onde vais?”, quando se dirige para a festa e “De onde vens?”, quando regressa da mesma.

Embora a resposta seja idêntica, o tom com que é dita traduz o estado de ânimo  do interlocutor em cada um destes dois momentos.

Foi assim, para mim este fim-de-semana… Comecei por ir para a festa, no sábado de manhã, quando  enfrentei os moinhos da Serra do Louro, que nem um D. Quixote sonhador que, de repente, substituiu a lança e a espada por uma Nikon e começa a disparar contra moinhos e flores…

Agora, que o Domingo chega ao fim  sinto um vazio, como se a festa tivesse acabado e eu regressasse sem forças a casa!

Agora diria um “Venho da feeesta….” muito mais arrastado do que o tom que utilizaria quando, ainda ontem, me dirigia para a Serra do Louro, cheio de sonhos e esperanças de captar umas belas fotos e passar, no campo, uma manhã especial a fazer algo que nos últimos dois anos tem sido uma paixão!

A vida é mesmo assim, feita de semanas e fins-de-semana que se sucedem… De festas, fotos e de trabalho…

Esperemos então, pacientemente,  pelo próximo para, como Obama, também podermos gritar, mais uma vez, na sexta-feira à noite:

“Yes, Weekend!”

Bom serão de domingo e boa semana a todos!

Mulheres difíceis…

Vinha agora no carro a ouvir a Antena1 onde apresentavam uma biografia da Primeira Dama Americana.

Entre outras coisas, diziam que o presidente afirmou ter sido mais difícil conquistá-la que ser eleito para a Casa Branca…

Bom, a isso chamaria eu uma mulher difícil de conquistar!

No entanto,  terminaram a peça dizendo que acabou por lhe derreter o coração oferecendo-lhe um gelado!

Rapazes, que cortejam mulheres difíceis, tenham esperança… O Verão não tarda aí!

Ps. Embora um pouco fora de mão, conheço  uma casa de gelados em Milão com produtos capaz de derreter qualquer coração!
(*) Foto:REUTERS/Mike Segar

Por vezes não sabemos o que dizer…

Mesmo que seja num blogue que ninguém lê, às vezes não sabemos o que dizer… Gostaríamos de falar apenas de coisas boas, de coisas que nos deixam felizes, dos momentos bons da vida. É fácil falar desses momentos! Contar que vimos um filme  de que gostámos. Partilhamos o que sentimos, talvez mais alguém o veja também, talvez alguém goste também!

No entanto… às vezes não sabemos o que dizer! E não é apenas no blogue que ninguém lê, é também ao telefone, com os amigos, no emprego, com os colegas!

Soube, na sexta, que se sentiu mal durante uma aula. Está, em coma, no hospital. É uma amiga, sempre bem disposta, com quem trabalhei muito durante alguns anos!

Agora, sinto um nó na garganta, ou nos dedos, e… não sei o que dizer!

Sei que aqui ninguém lê e talvez seja também por isso que não sei o que dizer.

Mas, se por um segundo, soubesse que tu, hoje, me lias, ou ouvias, gostava de te dizer que todos torcemos por ti.

Que precisamos de ti por cá, da tua boa disposição, dos teus sorrisos!

Volta depressa, temos um crepe para ir comer, com a Amélia. Pago eu… faço questão disso!

Leitões…

Foto: REUTERS/Romeo Ranoco

Não, não  se trata da Mealhada.

A foto foi tirada em Manila, nas Filipinas.

Parece que por lá também gostam de leitão!

Ps. Não devem é ter  vinho à altura para o acompanhar…
Por mim, vou continuar a preferir parar na Mealhada!

A fogueira voltou a arder….

A notícia chegou de tarde, em forma de convite:

“À noite, subam ao Meio da Quinta, juntamos lenha e vamos acender a fogueira de Natal.”

A aldeia é pequena e as tradições vão-se perdendo aos poucos. Enquanto em aldeias vizinhas as fogueiras de Natal vão resistindo, aqui a tradição foi interrompida há já alguns anos.

Como combinado, subimos. Encontramos uma pequena fogueira comparativamente às de outros tempos ou mesmo às fogueiras de aldeias vizinhas. Havia, no entanto, muito calor na vintena de pessoas que a rodeavam.

Apareceram castanhas para assar, bolos e fritos da época e o vinho também não faltou.

Ficou a promessa de a reacender no próximo ano…

Espero que sim!

Ainda o SPA

Um dia volto lá com mais calma…. e sem máquina!

Janelas…

Desta vez vistas de dentro para fora…

Os castanheiros despidos continuam bonitos…

Renovados votos de bom Natal.

Le temps de vivre, Georges Moustaki

Energia…

Estou no Centro Cultural de Belém e à minha frente uma porta giratória gira, gira sem parar… Reconheço as vantagens destas portas que, estando sempre abertas, impedem o vento  de entrar…

Será que precisam de ser eléctricas? Será que têm que estar em constante movimento? Lembro-me das primeiras, das que tinham que ser empurradas, e penso: até onde vamos substituir o mínimo esforço humano por um motor eléctrico?

Isto sou eu a pensar….

Tema alterado a partir de uma proposta de WordPress Themes

Banco de imágenes