O golpe publicitário do Pingo Doce só é comparável ao da Playboy Portugal!
É preciso imaginação para colocar uma mulher sempre vestida na revista. Fez correr tinta, os humoristas falaram disso, toda a gente falou esta semana da Playboy.
Como marketing, para um primeiro número esteve óptimo! Agora, se me permitem um pequeno conselho, sigam o ensinamento do Pingo Doce, façam isso apenas uma vez ou outra… por graça.
Depois, voltem ao que sempre fizeram e comecem a vender com os preços habituas, com a percentagem de roupa (ou de chicha, como diria o RAP) do costume!
Mesmo sendo um golpe genial, não sei se Hugh Hefner gostará da gracinha portuguesa se esta edição lhe chegar às mãos enquanto descansa na piscina da sua mansão!
Num infantário a educadora está a ajudar um menino a calçar as botas.
Ela faz força, faz força, e ao fim de algum tempo, e a muito custo, uma bota já entrou e a outra já está quase.
Nisto diz o miúdo:
- As botas estão trocadas!
A educadora pára, respira fundo, vê que o rapaz tem razão e começa a tirar-lhe as botas novamente.
Mais uma dose de esforço e depois ela torna a tentar colocar-lhe as botas.
Ao fim de muito tempo e muito esforço, conseguiu calçar:
- Bolas. Estava a ver que não.
- Sabe é que estas botas não são minhas!
A educadora fecha os olhos, respira fundo e lá começa a descalçar o rapaz novamente.
Quando finalmente consegue, diz ao miúdo:
- OK! De quem é que são estas botas, então?
- São do meu irmão! A minha mãe obrigou-me a trazê-las!
A educadora fica em estado de choque, pulsação acelerada, vai respirando fundo, decide não dizer nada e começa novamente a calçar o rapaz.
Mais uma série de tempo e finalmente consegue.
No fim diz-lhe:
- Pronto, as botas já estão! Onde é que tens as luvas?
- Dentro das botas!