Category: Desafios

Desafio 3 (15) – Um passo de ballet

O texto de hoje foi escrita pela parceira… Durante um ano a CristinaGS escreveu também por aqui onde ninguém a lia… Tínhamos, nesses tempo esta parceria, que envolvia também a ~CC~  e, como velhos hábitos não se perdem, mesmo depois de me abandonarem e criarem os seus próprios espaços continuo a vê-las como parceiras e sobretudo como amigas. Gosto de parcerias e de amizades…. Quanto ao texto, embora sacado a ferros, fico lindo, como sempre, parceira!

arame15_cristina

Um passo de ballet

Olhavam-se de longe com medo de se aproximarem. Hirtos, inflexíveis, muito dignos no seu orgulho solitário. Todos os dias o ritual se repetia. Olhavam-se demoradamente. Atracção irresistível. Imperceptivelmente deslocavam-se um pouco cada dia. Jurariam que não se tinham mexido e atribuiriam sempre o movimento de aproximação ao movimento de rotação da Terra. Uma qualquer microplaca tectónica que se movia sob os seus pés. Pequenos terramotos interiores. Assim, sem se darem conta cada vez mais próximos. Um jogo jogado durante algum tempo. Um dia tocaram-se de leve com as pontas dos dedos e, de imediato os corpos se enlaçaram numa suave dança. Os sentidos despertos. O coração a transbordar depois de tanta contenção. Conheciam ambos a fragilidade do amor. De quantos (des)equilíbrios é feito. No fio da navalha. Um passo de ballet: grand jeté.

CristinaGS (A poeira dos dias)

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Desafio 3 (14) – Coroa de Espinhos

Mais um texto,   enviado também pela Isabel mas agora da sua autoria. Um texto comovente que nos alerta para um problema bem real, muitas vezes associado ao envelhecimento.

Muito obrigado Isabel

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COROA DE ESPINHOS
O dramático destino dos doentes de Alzheimer é uma verdadeira “morte em vida”, que os priva, num percurso de muitos anos, da sua própria alma, encarcerada numa teia de arame farpado que, qual coroa de espinhos, vai apertando, cada vez mais, cravando nela profundamente os seus nós e espigões, esvaziando-a de todo o seu sentido, até a deixar ali exangue, ferida de morte, à espera do último golpe de misericórdia.
(Este texto já é de minha autoria e insere-se numa crónica “As Borboletas Nunca Voltam – Crónica de Uma Demência”)

Coroa de espinhos

O dramático destino dos doentes de Alzheimer é uma verdadeira “morte em vida”, que os priva, num percurso de muitos anos, da sua própria alma, encarcerada numa teia de arame farpado que, qual coroa de espinhos, vai apertando, cada vez mais, cravando nela profundamente os seus nós e espigões, esvaziando-a de todo o seu sentido, até a deixar ali exangue, ferida de morte, à espera do último golpe de misericórdia.

Isabel
(Este texto insere-se na crónica “As Borboletas Nunca Voltam – Crónica de Uma Demência”)

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Desafio 3 (12) – Prisões

Confesso que este arame também a mim me faz lembrar prisões.  Não conheço  o Carlos, mas sei que veio aqui parar vindo de um Novo Mundo e que tem um blogue chamado THE CAT SCATS

Obrigado pelo texto Carlos, volte sempre…
arame12_carlos

Prisões

Arames farpados lembram-me sempre prisões, reais ou imaginárias. As reais, porventura, já nem os utilizam, pois o nosso admirável mundo novo tem formas mais sofisticadas de nos prender; e as imaginárias, enfim, nunca são imaginárias, porque se nos sentimos presos, efectivamente, estamos presos. Mas os arames farpados, cedo ou tarde, enferrujam, e é nessa altura que, se ainda tivermos forças, nos libertamos. Libertamo-nos, sim, porque o homem não foi concebido para estar preso – afinal, não é pela liberdade, acima de todas as coisas, que temos lutado e caminhado desde o início dos tempos.

Carlos Azevedo (THE CAT SCATS)

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Desafio 3 (12) – Uma luta incógnita

Responderam ao desafio pessoas que não conheço, pessoas que conheço graças ao blogue e também uma pessoa que conheci muitos anos antes de saber o que era um blogue… A Deep é minha conterrânea. Respirou (e respira muitas mais vezes que eu) o ar da nossa serra… As nossas aldeias distam talvez uns 3 km e estudamos juntos  em Bragança, em meados dos anos 80. Seguiu letras e por isso -e por talento natural, também certamente- escreve sempre uns textos que me fascinam…. É  uma honra para mim poder ter aqui uns bocadinhos do que ela escreve…

Um grande abraço, amiga…

arame13_luisa

Uma luta incógnita

Na ânsia de evitar a investida do canídeo de respeitável porte que, atiçado pelo odor do seu medo, se lançara em sôfrega cavalgada, corria desenfreada.
Cego de pânico, o seu corpo embateu, de súbito, numa vedação de arame farpado. Lançou-se, instintivamente, contra o solo ainda húmido e lamacento das últimas chuvas.
Apoiada nos cotovelos, fez deslizar o corpo sob o exíguo espaço que separava o arame do chão. Antes que conseguisse ficar a salvo, viu-se detida por uma farpa que, na sua agressividade pontiaguda, lhe abriu um rápido, mas incisivo, rasgão na manga da blusa, que se prolongou pelo braço, num profundo sulco, onde começavam a formar-se pequenas gotas de sangue. Alheia ao ardor que provinha da ferida aberta, debatia-se para libertar o pé direito do sapato que, entretanto, o cão abocanhara pela ponta.
Quis gritar por socorro, mas os sons não passavam de meros esboços mentais. A sufocar de pânico, conseguiu voltar-se.
Abriu os olhos. Pelas frestas das persianas começava a entrar o dia. A roupa de cama em desalinho denunciava uma luta incógnita em que, porventura se lançara, durante o sono.

Na ânsia de evitar a investida do canídeo de respeitável porte que, atiçado pelo odor do seu medo, se lançara em sôfrega cavalgada, corria desenfreada.

Cego de pânico, o seu corpo embateu, de súbito, numa vedação de arame farpado. Lançou-se, instintivamente, contra o solo ainda húmido e lamacento das últimas chuvas.

Apoiada nos cotovelos, fez deslizar o corpo sob o exíguo espaço que separava o arame do chão. Antes que conseguisse ficar a salvo, viu-se detida por uma farpa que, na sua agressividade pontiaguda, lhe abriu um rápido, mas incisivo, rasgão na manga da blusa, que se prolongou pelo braço, num profundo sulco, onde começavam a formar-se pequenas gotas de sangue. Alheia ao ardor que provinha da ferida aberta, debatia-se para libertar o pé direito do sapato que, entretanto, o cão abocanhara pela ponta.

Quis gritar por socorro, mas os sons não passavam de meros esboços mentais. A sufocar de pânico, conseguiu voltar-se.

Abriu os olhos. Pelas frestas das persianas começava a entrar o dia. A roupa de cama em desalinho denunciava uma luta incógnita em que, porventura se lançara, durante o sono.

Deep (Letras são papéis)

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Desafio 3 (11) – Borboletas

O texto de hoje foi escrito pelo Guilherme, mas enviado pela sua esposa, a Isabel.

Não conheço nenhum dos dois, nem me recordo de os “sentir” por aqui… No entanto,  como a Isabel, também eu gostei muito  desta história…

Fico muito  agradecido aos dois por me darem oportunidade  de a partilhar aqui.

Muito obrigado

arame11_guilherme

Borboletas

As borboletas nunca voltam… Elas passam por aqui esvoaçando, subindo e descendo, como nós o fazemos durante toda a vida. Tal como nós, as borboletas não voltam. Nunca mais voltam! Deixam por aí um rasto imperfeito, visões coloridas como muitos dos nossos sonhos… Fazem um percurso sem destino, saltitante, imperfeito – como nós fazemos sempre que sonhamos e também em cada dia das nossas vidas! Flutuam no ar das primaveras, como nós, e fenecem como flores frescas que chegaram ao fim do seu tempo… Não há mistério na suave e silenciosa passagem de uma borboleta perante os nossos olhos. Nem elas deixam atrás de si um rasto de memórias, ao contrário de nós, que o deixamos, às vezes indecifrável para os outros, outras vezes como uma herança abençoada, uma recordação que perdura nos corações dos que ficam. Mal é quando esse rasto se perde na memória daqueles que, por tradição, se deviam lembrar de que as suas vidas foram o fruto de tantos sacrifícios, como se da forçada libertação de um casulo se tratasse, que a partida é dolorosa… Borboletas, afinal, somos nós todos, num percurso semelhante, comum no pó que nos espera!

Guilherme, 2010

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Desafio 3 (10) – Aventuras

A foto despertou na Luísa recordações de criança… Agora que vive na terra das vacas, usa um blogue para nos mostrar um pouco dos costumes de lá… Vacas parece que há mesmo muitas, a acreditar no que nos diz:  ”há as castanhas e as malhadas, há as de trabalho e as leiteiras, há a que ri e há a roxa da Milka, há as de quatro patas e as de duas...”

Não a conheço pessoalmente, mas gosto de passar pelo seu canto e sei que também passa por aqui, mesmo não lendo…

Um grande abraço, que ajude a derreter a neve que por aí deve haver!

arame10_luisa

Aventuras

De repente, lembrei-me de quando era criança.  De quando eu passava a vida a “escabriolar” em cima das árvores e dos muros. Havia um particularmente interessante. Não era alto, era largo para os meus pés pequenos e tinha arame farpado no meio. Eu subia para o muro e caminhava com uma perna de cada lado do arame farpado. Com uma coisa tão simples, sentia-me o Macgyver (o grande herói da infância, a seguir ao grande Marco Paulo). Até ao dia em que rasguei os calções… A minha mãe bem que olhava para eles, mas não percebia a diferença. Só percebeu no momento de os lavar. É que eles tinham uma dobra no fundo e eu, para esconder o rasgão, dei-lhe outra. Resultado: umas belas palmadas, não pelo rasgão, mas por andar em cima dos muros. E o resultado das palmadas? Uma temporada sem aventuras à Indiana Jones!

Luísa (Na terra das Vacas)

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Desafio 3 (9) – Arame farpado, linha da vida…

A história de hoje foi escrita pela Nenúfar cor-de-rosa, que já foi girafa da mesma cor. Encontrámos-nos  apenas umas duas ou três vezes mas sinto-a bastantes vezes por aqui (embora sem ler, bem sei…) e muitas vezes me avisa de gralhas (e alguns erros de palmatória) que detecta em primeira mão… Tem sempre um tempinho para responder aos meus desafios e por isso envio um abraço muito especial!

arame9_paulaxana

Arame farpado, linha da vida…

Quando lhe pergunto o que lhe sugestiona aquela imagem, ela diz que é uma faca e o rapaz fala em nós…para mim, é a vida…

Malabarista equilibro-me em cima dele – do arame. Tento raspar a ferrugem, alaranjada, esfregando com os pés e, talvez com as mãos, estas são úteis quando me desequilibro e, ao escorregar, me tento agarrar com força para não cair…é que eventualmente, cá em baixo não há rede e o chão é duro!!

Em que parte estarei eu? Na rectilínea, sem altos nem baixos?? Ou naquela que tem as farpas, provavelmente até no duro nó?? Teria piada, se a vida fosse assim num liso sem descontinuidades?

Há quem fique magoado com os picos, com as arestas e gumes afiados, dizem que parecem facas com lâminas cortantes, cruéis, impiedosas, outros há que se ferem só ao nível da epiderme….faz sangue, dói um pouco, mas logo sara, e cicatriza. Tudo depende de cada um, cada qual regenera a seu tempo, há quem nem regenere…são aqueles que andam tristes, infelizes, rostos amargos e sem sorrisos, nem olhares cúmplices. Os que conseguem superar, voltando a sua pele ao normal, não registando grandes indícios de sofrimento…a esses chamamos de heróis, são os fortes, diz-se que têm garra!!

A vida complica-se no nó, mas há quem o desfaça, porque mesmo sendo de arame forte, duro e cru, alguns são fáceis de desatar, basta a força de vontade e os sorrisos aos molhos, uma pitada de alegria e outros condimentos felizes. Outros há que tropeçam esfolando o nariz e fazendo nódoas difíceis de apagar…envolvem-se em tal rolo, embrulhando-se no próprio arame e criam e recriam nós e mais nós, que por serem enferrujados podem até provocar o tétano e empedernimento do coração!!!

Há que escolher o que ser no meio deste caminho, ou mesmo no princípio, eventualmente fim. Mas há que escolher ..e SER.

Mas…agora reparo…poderia ser uma mão em forte aperto, agarrando algo, as farpas os dedos e…vejo bem…tem dois arames juntos, em paralelo, caminhando num só sentido…mas isso, isso sim daria outra história e a foto não dá para tantas palavras…é que estas são como as cerejas e as fotos também!!

Nenúfar cor-de-rosa

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Desafio 3 (8) – Coração (des)armado

A ~CC~, é uma grande amiga. Não que seja muito alta, mas é grande na mesma. Cruzámos-nos muitas vezes nos corredores largos, brancos e cheios de luz da casa onde ambos trabalhámos durante alguns anos. No entanto,  foi apenas nos últimos dois ou três que nos conhecemos realmente. Já teve a chave do Ninguém lê, já escreveu por aqui sempre que lhe apeteceu, durante um ano… Um dia disse-me que queria uma ardósia só para ela e partiu.

No entanto, tem voltado sempre e respondido  aos meus desafios  -e telefonemas também- mesmo andando sempre ocupada com os inúmeros projectos para que é solicitada…

Mais uma vez obrigado pelo teu texto, lindo como sempre, mas muito triste :-( . Tenho a certeza que ainda  algum dia alguém  desfaz todos esses nós! … Um dia também escreverás um livro de contos, ou dois… ou mais ainda…  Eu mostrarei orgulhoso mais este teu texto e direi: Ninguém leu, mas  a ~CC~ já escreveu no meu blogue!

Um grande abraço amiga!

arame8_cc

Coração (des)armado

Espera, deixa-me pensar quando e que eu comecei a treinar os meus nós de arame farpado, colocando-os um a um à volta do meu coração. O primeiro foi muito difícil de fazer porque as minhas mãos ainda não tinham o fogo suficiente para torcer o arame. Os outros foram mais fáceis, cada vez mais fáceis, e agora só me falta um para que o meu coração fique completamente cercado, plenamente inacessível, liberto de qualquer investida possível. Espera, quando é que foi o primeiro?

Não me lembro do primeiro, não sei qual foi a origem da dor, nem do segundo, nem de mais nenhum. Já não me lembro da dor que está em cada nó, só sei que falta apenas um para poder esfriar por completo, apenas mais um e mais nenhuma lágrima, nenhum riso, nenhum calor. Poderei passear o meu coração de arame farpado e ser feliz, feliz para sempre.

~CC~

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Desafio 3 (7) – Um nó de ideias

Não conheço pessoalmente a Leonor, mas conheço uma grande amiga dela… Descobrimos, no facebook, que tínhamos esse elo a unir-nos. Temos pelo menos outro: a utilização das tecnologias no ensino. Teima em escrever-me em inglês! Ainda um dia lhe envio uma equação e, se nos conseguirmos entender,  tomamos um café na Invicta!

Muito obrigado Leonor…

arame7_leonor

Leal, impetuoso, charmoso, com um coração enorme.  Teimoso, muito interessante e corajoso, um senhor muito velhinho descalça os sapatos a toda a hora. Fica com os pés frios e roxos. Todos o chamam à atenção mas ele repete vezes sem conta e sorri.   A sua alegria resignada mostra apreço pelos reparos mas não desarma perante a sua usual façanha. Porque o fará? Teria sido agricultor, pescador e gostava de sentir a terra, a areia ou a água do mar? Estaria habituado a isso? Algo assim lhe fazia falta? A sua radiância interior ofuscava as demais e muitos o mimavam como merecia pela sua entrega total à sua paixão, sentir o chão. Mas cuidavam dele para que não adoecesse por exagero. Pequenos gestos podem fazer toda a diferença e as recompensas são inteiramente mutuas. E é isto que nos faz verdadeiramente únicos e apreciados mesmo com nós de ideias.
Leonor Cristinå Santos
(Baseado em factos reais que observei entre idosos.)

Um nó de ideias

Leal, impetuoso, charmoso, com um coração enorme.  Teimoso, muito interessante e corajoso, um senhor muito velhinho descalça os sapatos a toda a hora. Fica com os pés frios e roxos. Todos o chamam à atenção mas ele repete vezes sem conta e sorri.

A sua alegria resignada mostra apreço pelos reparos mas não desarma perante a sua usual façanha. Porque o fará? Teria sido agricultor, pescador e gostava de sentir a terra, a areia ou a água do mar? Estaria habituado a isso? Algo assim lhe fazia falta? A sua radiância interior ofuscava as demais e muitos o mimavam como merecia pela sua entrega total à sua paixão, sentir o chão. Mas cuidavam dele para que não adoecesse por exagero. Pequenos gestos podem fazer toda a diferença e as recompensas são inteiramente mutuas. E é isto que nos faz verdadeiramente únicos e apreciados mesmo com nós de ideias.

Leonor Cristin@ Santos (Technoeduca+ive)

(Baseado em factos reais que observei entre idosos.)

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Desafio 3 (6) – O nó em ferro

Desculpem todos os outros participantes, mas a história de hoje é especial. “O nó em ferro” foi deixado na caixa de comentário do ninguém lê com a seguinte introdução:

Gosto muito deste blogue, nunca comentei nenhum, esta é a minha primeira vez”.

Claro que pedi desculpa à Didi por  não poder moderar imediatamente o seu comentário pois queria, se me permitisse, publicá-lo como mais uma “história”.

Espero que me desculpes por ter “estragado”  o teu primeiro comentário não o deixando passar…

Prometo que aprovarei imediatamente outro que por aqui apareça teu! Muito obrigado pela tua história que, embora muito curtinha, não podia deixar de colocar aqui.

Espero que todos os nós se desfaçam um dia.

Volta sempre, lê só se quiseres e comenta apenas quando te apetecer :-)

arame6_didi

O nó em ferro

O nó em ferro lembra-me uma prisão da minha vida, que é um nó que não se pode mexer porque está bastante preso às crenças familiares.

Didi

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