Em 2006 Enrique Dans não gostou do modo como a Air Europa o tratou durante uma viagem de Shanghai para Madrid. Descreveu essa experiência no seu blogue, sob a forma de uma carta aberta ao presidente da empresa, e passado pouco tempo uma busca no google, para procurar o site da companhia aérea, devolvia o texto do Enrique muito bem posicionado. Contou esta história num encontro sobre weblogues, no Porto, para sustentar a tese de que os blogues, e as ferramentas da web 2.0, poderiam ser utilizados como “arma” para fazermos valer os nossos direitos, para protestarmos, para nos fazermos ouvir. A Air Europa acabou por lhe devolver o dinheiro do bilhete mas não conseguiu que ele continuasse a voar com eles…
Não pude deixar de pensar nesse caso quando soube da história da banda Sons of Maxwell que ao ver as suas guitarras serem lançadas enquanto eram carregadas no avião e ao constatarem que uma delas tinha sido danificada, prometeram à United Airlines lançar no youtube 3 vídeos a contar a história. O primeiro já foi visto por mais de 5 milhões de pessoas. O segundo promete ser mais um êxito!
A United Airlines poderia ter resolvido o problema pagando cerca de 3 500 euros, custo da reparação do instrumento segundo a banda, mas agora os artistas não querem mais conversa…Parece que os concertos estão a correr muito bem e que a fama está a aumentar devido a este incidente… Consta até que o caso já foi falado num blogue português que ninguém lê!
As tecnologias podem ser utilizadas para muitos fins e sei que nem todos bons ou de louvar. Mas são sem dúvida mais uma arma para fazermos ouvir a nossa voz, para podermos difundir as nossas ideias e… é pena que nem sempre sejam brilhantes…
Aqui fica a segunda musica, que graças ao ninguém lê vai ser vista por 5 pessoas, a juntar aos milhões, que um pouco por todo o mundo, a vão ouvir!
É isso aí!
Como a gente achou que ia ser
A vida tão simples é boa
Quase sempre
É isso aí!
Os passos vão pelas ruas
Ninguém reparou na lua
A vida sempre continua
Eu não sei parar de te olhar
Eu não sei parar de te olhar
Não vou parar de te olhar
Eu não me canso de olhar
Não sei parar
De te olhar
É isso aí!
Há quem acredite em milagres
Há quem cometa maldades
Há quem não saiba dizer a verdade
É isso aí!
Um vendedor de flores
Ensinar seus filhos a escolher seus amores
Eu não sei parar de te olhar
Não sei parar de te olhar
Não vou parar de te olhar
Eu não me canso de olhar
Não vou parar de te olhar
É isso aí!
Há quem acredite em milagres
Há quem cometa maldades
Há quem não saiba dizer a verdade
É isso aí!
Um vendedor de flores
Ensinar seus filhos a escolher seus amores
Eu não sei parar de te olhar
Eu Não sei parar de te olhar
Não vou parar de te olhar
Eu não me canso de olhar
Não vou parar de te olhar
A maioria das vezes temos que encontrar um culpado… Isso deixa-nos satisfeitos. É bom poder culpar alguém ou alguma coisa. Também me acontece por vezes e por isso não pude deixar de sorrir ao ler mais este texto da Isabela que num mundo perfeito teria tido um carro de outra cor.
Que tal procurar agora a o carro na cor dos seus sonhos? Afinal nunca devemos culpar os carros duas vezes!
“Não está a ser fácil. Tinha decidido iniciar este projecto no dia 1 de Agosto. Não consegui. Fiquei nervosa. Pedi a mim mesma mais um fim-de-semana. Só de pensar nisto já estou mal disposta. E este nervoso dura há dias. Será que até isto terminar as pessoas me aturam? E eu vou ter paciência para me aturar? Isto ainda não começou e já estou deprimida.”
As palavras são de Isabel Coutinho e não, não vai deixar de fumar. Vai estar uma semana sem telemóveis, Internet e outras tecnologias…
Já aqui tenho falado de Bagaço. Ou melhor do Bagaço… Do Bagaço Amarelo.
O Bagaço (Amarelo), vive em Aveiro, é divorciado e não compreende as mulheres. Tem um blogue que muitos e muitas lêm e que até já deu origem a um livro.
Publica diálogos que mantém com os seus amigos e (mais frequentemente) amigas.
Gostei de ver como conseguiu no texto separar o importante do acessório…
Muitas vezes confundimos estas duas simples coisas e damos mais valor ao acessório sem nos apercebermos que pomos em causo o que realmente é importante…
Passem por lá, vão ver que há muitos que compreendem as mulheres muito menos que o Bagaço… mesmo que não o admitam!
Ainda li pouco do que por lá se escreve mas o nome promete e por isso vou começar a seguir os RSS, embora também eu possa jurar que tenho mais que fazer!
O nome de um blogue pode mesmo fazer a diferença… Agora percebo melhor porque é que ninguém lê este!