Coisas que roubo, sem vergonha! (1)
Se o que em mim é um cavalo,
soltasse as rédeas e se despisse,
talvez fosse mais fácil dormir.
O que é cavalo em meu corpo
se acovarda
e paga tributos aos coelhos
e aos pombos sem graça alguma.
O cavalo que sou se cala, grunhe,
rói as unhas, temeroso.
Sou um cavalo parado,
sobre quatro patas indecisas.
E o cavalo livre,
dorso brilhante e crina solta,
este,
planta em mim o seu leão.
Roubado aqui: http://inscricoessempreabertas.blogspot.com/ mesmo agora!
1 Comentário
Other Links to this Post
-
O Blogue que ninguém lê! » Desafio 3 (17) – Abrir a boca — 14 de Março de 2010 @ 0:40

