Quase um post…
Quero falar-te do silêncio
e de como, nas horas de degredo,
amor e ódio se confundem.
Quero contar-te como, nas esperas,
a alma se perde em devaneios,
como as mãos se afundam, esquecidas,
no regaço, sem vida que as eleve.
Quero ouvir-te clamar,
aos quatro ventos e aos deuses todos,
que o amor é só um jogo que eles
inventaram para iludir a solidão.
Gostava de saber fazer um post que me tornasse digno de “roubar” este quase poema.
Desculpa Deep, não resiti a roubar-te dois dias de seguida…
Talvez seja por isso que frequento poucos blogues…
Não resisto a trazer, para onde ninguém lê, as maravilhas que vou encontrando…
Se fizeste “quase um poema”… Eu quase que ia escrevendo um post com ele!
Obrigado!




By Teresa Pombo, 10 de Fevereiro de 2010 @ 22:44
Mas escreveste… escreveste sim…. em magníficos e profundos tons de azul… adorei a reunião de ambos e vou já conhecer a/o autora/autor do belissimo poema.
By deep, 10 de Fevereiro de 2010 @ 23:41
Muito obrigada, João. Que mais posso dizer para te agradecer? Fico contente que tenhas gostado.
Obrigada, também, Teresa.
By deep, 11 de Fevereiro de 2010 @ 2:52
Obrigada também pela bonita e imagem -e é azul! – que associaste às minhas palavras. Afinal não foi “quase um post”… foi mesmo um post!
Abraço
By CristinaGS, 12 de Fevereiro de 2010 @ 9:49
mas que belos duetos vão sendo feitos por aqui. Ainda bem que eu leio, às vezes. Abraços para os dois