Distracções conjugais…

Vejo aqui a notícia e não posso deixar de me questionar se não viveremos cada vez mais num mundo de solidão, mesmo que muitas vezes nos sintamos rodeados de gente.

Quinze dias sem dar pela falta de alguém que connosco partilha a casa… é obra!

Há muitas formas de solidão.

Eu vivo apenas uma delas…

Cada  vez me convenço mais que nem é a pior forma possível.

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3 Comentários

  • By Luísa, 13 de Setembro de 2009 @ 18:51

    A pior forma de solidão, na minha opinião,é aquela em que estamos rodeados de pessoas. Quando estamos sós, porque estamos sozinhos (moramos sozinhos, não temos marido/esposa, etc.), não é fácil, mas é pior quando podemos estar a gritar ao ouvido de alguém e ninguém nos ouve…
    Não entendo, eu vivi num apartamento com mais gente que não era da minha família e uma delas era pessoa com quem não falava, mas se andava muito tempo sem a ver perguntava às outras o que se passava.
    Este caso é escabroso! Para manter as aparências vivem na mesma casa, mas depois o teatro é descoberto da pior forma.
    E pior que um (ex)marido que não se apercebe do desaparecimento da mulher, é o comportamento dos filhos.
    A minha mãe, na 5ªf. passada, foi para Portugal. vai estar por terras lusas menos de 15 dias e eu tenho falado com ela todos os dias. Só hoje foram 2 telefonemas internacionais que me estoiraram com o saldo do telemóvel (que tinha sido carregado ontem).
    Infelizmente, esta senhora foi só uma das muitas pessoas que por aí há.

  • By jvt, 13 de Setembro de 2009 @ 19:56

    Olá Luísa… Tens toda a razão… obrigado pelo comentário!

  • By Nenúfar-xana ou outra coisa qquer, 13 de Setembro de 2009 @ 23:11

    Gostei tanto do comentário da Luísa! Está lá tudo…para mais acrescento que esta é a verdadeira pandemia do século XXI – a solidão, sem contudo estar só!!

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